Origem: 1548
O Convento ficou nas mãos do cónego Baltazar de Andrade e a sua descendência.
A entrada das religiosas no Convento deu-se a 12 de Agosto de 1562.
O Convento fecha as suas portas em 1891, quando morre Antónia Amália da Ascenção. Por decreto de 19 de Agosto de 1893, o edifício conventual é cedido à Colegiada de Nossa Senhora da Oliveira que aí instala um seminário.
A 16 de Setembro de 1896, um novo decreto transforma o seminário em liceu nacional. Na década de 50, o liceu muda de instalações.
Em 1968, o edificio assume as funções que mantém nos dias de hoje, ou seja, passa a albergar os principais serviços da Câmara Municipal de Guimarães e aí tambem foi instalado o Arquivo Municpal Alfredo Pimenta.
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Convento das Capuchinhas
Ano de Construção: 1681
Lugar de Campo Galego, edificado pelos Franciscanos e dada a sua relação com a Ordem fundada por Santa Clara, o Convento e Igreja então edificados, deram corpo ao “Mosteiro de Madre Deus das Capuchinhas ou de Claristas Reformadas”.
Entretanto a denominação “Oficinas” de lugar a Centro Juvenil de São José que na actualidade desenvolve relevante acção social, tendo como objectivo primeiro «a educação e preparação profissional de jovens com vista à sua plena integração social».
Fonte: http://www.noticiasdeguimaraes.com/guimaraes-patrimonio-conventual/
Lugar de Campo Galego, edificado pelos Franciscanos e dada a sua relação com a Ordem fundada por Santa Clara, o Convento e Igreja então edificados, deram corpo ao “Mosteiro de Madre Deus das Capuchinhas ou de Claristas Reformadas”.
Dado o falecimento da última religiosa no ano de 1888, de acordo com a lei, foi extinto o Convento, do que na actualidade restam o claustro de estrutura “simples”.
O Templo acabou por ser enriquecido com obra de restauro na década de quarenta do século XX, com a oferta de dois altares que eram da Irmandade de Nossa Senhora do Carmo da Penha e que antes tinham sido do Convento de Santa Clara, cuja Imagem de Santa Clara foi também entregue para ali ser venerada, onde ainda hoje se encontra.
A conversão deste convento em lar para jovens com poucos recursos económicos foi feita a partir de 1918, com a denominação de “Oficinas de S. José". Por volta de 1920, já no Convento foram criadas escolas de tipografia e encadernação e mais tarde de alfaiataria, tecelagem, serralharia e para consumo interno uma pequena escola agrícola, acabando por mais tarde ser criada uma escola de música, donde derivou uma “banda” muito admirada ao tempo pelos Vimaranenses, pelo seu sugestivo hino e pelo fardamento dos alunos executantes.Entretanto a denominação “Oficinas” de lugar a Centro Juvenil de São José que na actualidade desenvolve relevante acção social, tendo como objectivo primeiro «a educação e preparação profissional de jovens com vista à sua plena integração social».
Fonte: http://www.noticiasdeguimaraes.com/guimaraes-patrimonio-conventual/
terça-feira, 17 de maio de 2011
Diferentes pontos de açúcar
Os pontos de açucar são a base para a confecção de muitas delícias, existindo diferenças entre eles:
Ponto de Pasta ou de Calda:
O açúcar está no ponto quando ao retirar uma escumadeira de dentro da calda se formar uma camada fina que acompanha os movimentos do utensílio.
No pesa-xaropes (Mede o grau de viscosidade de uma calda de açúcar) este ponto corresponde a 28 graus baumé e no termómetro a 101 graus célsius.
Quantidades:
1,9 dl de água
250 g de açúcar
O açúcar vai ao lume juntamente com a água e ferve durante 1 minuto.
Ponto de Fio (e de Fio Forte):
Depois de mergulhar os dedos em água fria coloca-se uma gota de calda de açúcar entre o polegar e o indicador. Ao afastar os dedos deve formar-se um fio sem grande resistência (forte no segundo caso).
No pesa-xaropes o ponto de fio corresponde a 29 graus baumé (Trata-se de uma escala hidrométrica para medir a densidade de líquidos), e no termómetro a 103 graus célsius.
No pesa-xaropes o ponto de fio forte corresponde a 32 graus baumé e no termómetro a 106 graus célsius.
Ponto de Pérola:
Quando ao verter de uma colher um pouco de calda de açúcar forma-se um fio resistente com extremidade semelhante a uma pérola.
No pesa-xaropes este ponto corresponde a 34 graus baumé e no termómetro a 108 graus célsius.
Quantidades:
1,2 dl de água
250 g de açúcar
O açúcar vai ao lume juntamente com a água e ferve durante 2 minutos.
Ponto de Rebuçado:
Ao deitar um pouco de calda de açúcar num recipiente com água fria, deve forma-se uma bola consistente mas moldável.
Este ponto corresponde, no termómetro, a 120 graus célsius.
Quantidades:
0,5 dl de água
250 g de açúcar.
Ponto de Estrada:
Obtém-se quando o fundo do recipiente, onde se coze o açúcar, fica visivel ao passar com uma colher de pau.
No pesa-xaropes este ponto corresponde a 37 graus baumé e no termómetro a 120 graus célsius.
Quantidades:
0,75 dl de água
250 g de açúcar.
Ponto Assoprado:
Este ponto ocorre quando se formam bolinhas ao soprar-se para uma escumadeira envolvida em calda de açúcar.
No pesa-xaropes este ponto corresponde a 39 graus baumé e no termómetro a 115 graus célsius.
Quantidades:
0,6 dl de água
250 g de açúcar.
Ponto de Caramelo:
Para se saber se o caramelo se encontra no ponto pretendido este deve apresentar uma cor dourada e um cheiro característico que se vai acentuado com o tempo de cozedura.
Este ponto corresponde, no termómetro, a 115 graus célsius.
Ponto de Espadana:
Ao cair de uma colher que se retirou do tacho, a calda cai em fila larga.
No pesa-xaropes este ponto corresponde a 40 graus baumé e no termómetro a 120 graus célsius.
Quantidades:
0,6 dl de água
250 g de açúcar.
A partir de: http://sabores.sapo.pt/aprender/artigo/em-ponto-de-acucar
Ponto de Pasta ou de Calda:
O açúcar está no ponto quando ao retirar uma escumadeira de dentro da calda se formar uma camada fina que acompanha os movimentos do utensílio.
No pesa-xaropes (Mede o grau de viscosidade de uma calda de açúcar) este ponto corresponde a 28 graus baumé e no termómetro a 101 graus célsius.
Quantidades:
1,9 dl de água
250 g de açúcar
O açúcar vai ao lume juntamente com a água e ferve durante 1 minuto.
Ponto de Fio (e de Fio Forte):
Depois de mergulhar os dedos em água fria coloca-se uma gota de calda de açúcar entre o polegar e o indicador. Ao afastar os dedos deve formar-se um fio sem grande resistência (forte no segundo caso).
No pesa-xaropes o ponto de fio corresponde a 29 graus baumé (Trata-se de uma escala hidrométrica para medir a densidade de líquidos), e no termómetro a 103 graus célsius.
No pesa-xaropes o ponto de fio forte corresponde a 32 graus baumé e no termómetro a 106 graus célsius.
Ponto de Pérola:
Quando ao verter de uma colher um pouco de calda de açúcar forma-se um fio resistente com extremidade semelhante a uma pérola.
No pesa-xaropes este ponto corresponde a 34 graus baumé e no termómetro a 108 graus célsius.
Quantidades:
1,2 dl de água
250 g de açúcar
O açúcar vai ao lume juntamente com a água e ferve durante 2 minutos.
Ponto de Rebuçado:
Ao deitar um pouco de calda de açúcar num recipiente com água fria, deve forma-se uma bola consistente mas moldável.
Este ponto corresponde, no termómetro, a 120 graus célsius.
Quantidades:
0,5 dl de água
250 g de açúcar.
Ponto de Estrada:
Obtém-se quando o fundo do recipiente, onde se coze o açúcar, fica visivel ao passar com uma colher de pau.
No pesa-xaropes este ponto corresponde a 37 graus baumé e no termómetro a 120 graus célsius.
Quantidades:
0,75 dl de água
250 g de açúcar.
Ponto Assoprado:
Este ponto ocorre quando se formam bolinhas ao soprar-se para uma escumadeira envolvida em calda de açúcar.
No pesa-xaropes este ponto corresponde a 39 graus baumé e no termómetro a 115 graus célsius.
Quantidades:
0,6 dl de água
250 g de açúcar.
Ponto de Caramelo:
Para se saber se o caramelo se encontra no ponto pretendido este deve apresentar uma cor dourada e um cheiro característico que se vai acentuado com o tempo de cozedura.
Este ponto corresponde, no termómetro, a 115 graus célsius.
Ponto de Espadana:
Ao cair de uma colher que se retirou do tacho, a calda cai em fila larga.
No pesa-xaropes este ponto corresponde a 40 graus baumé e no termómetro a 120 graus célsius.
Quantidades:
0,6 dl de água
250 g de açúcar.
A partir de: http://sabores.sapo.pt/aprender/artigo/em-ponto-de-acucar
Note Bem
Apesar de termos postado a maioria das receitas tradicionais de Guimarães é preciso ter em conta que a maneira como são confeccionadas, tanto como mexer na massa, entre outros, são secretas.
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Encharcada
Ingredientes:
- 22 gemas de ovos
- 4 claras
- 750g de açúcar
- Canela
Preparação:
Leva-se o açúcar ao lume com 2 dl de água e deixa-se ferver até fazer ponto de pérola muito fraco. Entretanto, batem-se os ovos.
Estando a calda no ponto, deitam-se-lhe dentro os ovos, lentamente e através de um passador de rede e em movimentos circulares. Deixa-se cozer a encharcada, espetando-a com uma espátula, dos lados para o meio, para evitar que ganhe crosta.
Retira-se a encharcada do lume quando os ovos estiverem cozidos, mas ainda com um pouco de calda. Os ovos ficam com o aspecto de trouxas de ovos partidas em bocadinhos.
Deita-se num prato fundo, polvilha-se com canela e leva-se a encharcada a forno bem quente só para tostar.
Fonte: http://www.petiscos.com/receita.php?recid=9998&catid=29 - Convento de Santa Clara.
- 22 gemas de ovos
- 4 claras
- 750g de açúcar
- Canela
Preparação:
Leva-se o açúcar ao lume com 2 dl de água e deixa-se ferver até fazer ponto de pérola muito fraco. Entretanto, batem-se os ovos.
Estando a calda no ponto, deitam-se-lhe dentro os ovos, lentamente e através de um passador de rede e em movimentos circulares. Deixa-se cozer a encharcada, espetando-a com uma espátula, dos lados para o meio, para evitar que ganhe crosta.
Retira-se a encharcada do lume quando os ovos estiverem cozidos, mas ainda com um pouco de calda. Os ovos ficam com o aspecto de trouxas de ovos partidas em bocadinhos.
Deita-se num prato fundo, polvilha-se com canela e leva-se a encharcada a forno bem quente só para tostar.
Fonte: http://www.petiscos.com/receita.php?recid=9998&catid=29 - Convento de Santa Clara.
domingo, 15 de maio de 2011
Manjar Branco da Costa
250 gr de farinha de arroz
Meia canada (0,7 l) de leite
500 gr de açúcar
1 pau de canela
Uma casca de limão
Ferve tudo até engrossar. Depois deixa-se arrefecer, fazem-se pequenas broinhas e metem-se à fornalha a tostar. Depois de frias põem-se sobre rodelinhas de papel de seda recortadas.
Fonte: "Doçaria Vimaranense de outros tempos".
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Tortas de Guimarães
Amassa-se a farinha triga em agua fria temperada de sal, de modo que a massa fique dura. Depois de estar assim amassada a farinha, o que pode ser feito dentro de um alguidar, coloca-se em cima de uma tábua bem lisa e trabalha-se amassando-a e esfregando-a como se lava a roupa até que principie a fazer bolhas. Neste ponto faz-se dela um rolo, que se unta por todos os lados com pingue de porco dos rojões, frio, e deixa-se o rolo a descansar em cima da tábua durante duas horas.
Passadas essas duas horas, toma uma pessoa o rolo, por um dos lados, e outra toma-o pelo lado oposto e com um cilindro de madeira principia-se a estendê-lo em fita, pouco a pouco; E feito um pedaço de fita alarga-se puxando-a para os lados com as mãos tanto quanto puder, e depois de estar assim alargada unta-se com pingue quente e principia-se envolvê-la com muito cuidado; E assim por diante até se acabar a massa. Deste modo fica a massa outra vez em rolo, formado da massa que se estendeu em fitas largas. Este rolo assim formado unta-se por todos os lados com pingue e fica em descanso uma noite ou algumas horas. Passado este tempo, corta-se este rolo em fatias de largura de um dedo e principia-se a alargar estas fatias de maneira que as folhas fiquem bem separadas umas das outras; Mete-se-lhe o recheio e dobra-se a massa para que fique em formas de pastéis.
Tem-se ao lume um tacho com açúcar em ponto de espadana, metem-se as tortas dentro e tiram-se logo com uma escumadeira. Depois de frias pulvilham-se com açúcar e canela.
Recheio para as Tortas
Deita-se num tacho um arrátel (459g) de açúcar e um quartilho (0,35l) de água e deixa-se vir a ponto de espadana baixo. Depois tira-se do lume e põe-se a esfriar. Junta-se-lhe depois uma quarta (114,75g) de amêndoa pisada, 20 gemas de ovos batidos, um pau de canela e um bocado de cidrão picadoe torna-se a pôr o tacho ao lume até engrossar, não devendo o ponto ficar muito subido.
Note Bem: As Tortas antes de se metem no açúcar, põem-se numa folheta e metem-se á fornalha a cozer como os outros pastéis.
Fonte: "Doçaria Vimaranense de outros tempos"
Passadas essas duas horas, toma uma pessoa o rolo, por um dos lados, e outra toma-o pelo lado oposto e com um cilindro de madeira principia-se a estendê-lo em fita, pouco a pouco; E feito um pedaço de fita alarga-se puxando-a para os lados com as mãos tanto quanto puder, e depois de estar assim alargada unta-se com pingue quente e principia-se envolvê-la com muito cuidado; E assim por diante até se acabar a massa. Deste modo fica a massa outra vez em rolo, formado da massa que se estendeu em fitas largas. Este rolo assim formado unta-se por todos os lados com pingue e fica em descanso uma noite ou algumas horas. Passado este tempo, corta-se este rolo em fatias de largura de um dedo e principia-se a alargar estas fatias de maneira que as folhas fiquem bem separadas umas das outras; Mete-se-lhe o recheio e dobra-se a massa para que fique em formas de pastéis.
Tem-se ao lume um tacho com açúcar em ponto de espadana, metem-se as tortas dentro e tiram-se logo com uma escumadeira. Depois de frias pulvilham-se com açúcar e canela.
Recheio para as Tortas
Deita-se num tacho um arrátel (459g) de açúcar e um quartilho (0,35l) de água e deixa-se vir a ponto de espadana baixo. Depois tira-se do lume e põe-se a esfriar. Junta-se-lhe depois uma quarta (114,75g) de amêndoa pisada, 20 gemas de ovos batidos, um pau de canela e um bocado de cidrão picadoe torna-se a pôr o tacho ao lume até engrossar, não devendo o ponto ficar muito subido.
Note Bem: As Tortas antes de se metem no açúcar, põem-se numa folheta e metem-se á fornalha a cozer como os outros pastéis.
Fonte: "Doçaria Vimaranense de outros tempos"
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