quarta-feira, 18 de maio de 2011

Pastelaria Clarinha - Entrevista



Entrevista a Clara Ferreira, da Pastelaria Clarinha, no dia 2 de Fevereiro de 2011.
A Pastelaria Clarinha é uma das pastelarias de Guimarães que vende e confecciona os doces tradicionais.


Tortas de Guimarães

É com uma enorme desilusão que postamos a noticia de que as famosas Tortas de Guimarães não conseguiram passar aos 70 Pré-Finalistas. 

Fonte: http://www.7maravilhas.sapo.pt/maravilhas-da-gastronomia/categorias/ 

Tortas de Guimarães concorrem às 7 maravilhas da gastronomia

As tortas de Guimarães são candidatas às 7 maravilhas da gastronomia, na categoria de doces.
Os candidatos ao título de maravilha da gastronomia portuguesa são conhecidos no dia 7 de Maio e é, também, a partir desse dia que os portugueses poderão começar a votar no seu prato ou sobremesa preferidos.
As candidatas a Maravilhas da Gastronomia serão organizadas em sete categorias, três finalistas por categoria e os sete vencedores serão apurados pelo maior número de votos.
As sete categorias são entradas, sopa, marisco, peixe, carne, caça e doces.

Fonte: Jornal "O Povo" - http://www.opovo.pt/2011/03/tortas-de-guimaraes-concorrem-as-7-maravilhas-da-gastronomia/

Convento de S. José do Carmo

Data de construção: Aproximadamente no século XVIII

O Mosteiro de S. José fica situado na antiga rua de Infesta, hoje largo dedicado ao arqueólogo vimaranense Martins Sarmento.
O negociante Francisco Antunes quis fundar um convento, para religiosas, em honra de Santa Teresa.
Por volta de 1704, estando o edificio concluido, receberam a bula do papa autorizando as religiosas a tomarem os véus das carmelitas calçadas, trocando a primitiva evocação de Santa Teresa pela de São José.

Convento Sta. Rosa Lima

Datas extremas: 1727/1887

O Convento de Santa Rosa Lima situava-se na antiga rua da Travessa, mais tarde rua de Santa Rosa Lima e hoje denominada rua das Dominicas. 
Este convento foi sempre muito conhecido pelo excelente doce de fruta e bonitos trabalhos em linho, que ali se manufacturavam e exportavam fundamentalmente para o Brasil e Inglaterra, constituindo um dos ramos mais produtivos e notáveis da indústria vimaranense.

Fonte: http://www.csarmento.uminho.pt/amap_4132.asp 

Convento de Santa Clara

Origem: 1548


  O Convento ficou nas mãos do cónego Baltazar de Andrade e a sua descendência.
  A entrada das religiosas no Convento deu-se a 12 de Agosto de 1562.
  O Convento fecha as suas portas em 1891, quando morre Antónia Amália da Ascenção. Por decreto de 19 de Agosto de 1893, o edifício conventual é cedido à Colegiada de Nossa Senhora da Oliveira que aí instala um seminário.
  A 16 de Setembro de 1896, um novo decreto transforma o seminário em liceu nacional. Na década de 50, o liceu muda de instalações.
   Em 1968, o edificio assume as funções que mantém nos dias de hoje, ou seja, passa a albergar os principais serviços da Câmara Municipal de Guimarães e aí tambem foi instalado o Arquivo Municpal Alfredo Pimenta.

Convento das Capuchinhas

Ano de Construção: 1681

  Lugar de Campo Galego, edificado pelos Franciscanos e dada a sua relação com a Ordem fundada por Santa Clara, o Convento e Igreja então edificados, deram corpo ao “Mosteiro de Madre Deus das Capuchinhas ou de Claristas Reformadas”.
  Dado o falecimento da última religiosa no ano de 1888, de acordo com a lei, foi extinto o Convento, do que na actualidade restam o claustro de estrutura “simples”.
  O Templo acabou por ser enriquecido com obra de restauro na década de quarenta do século XX, com a oferta de dois altares que eram da Irmandade de Nossa Senhora do Carmo da Penha e que antes tinham sido do Convento de Santa Clara, cuja Imagem de Santa Clara foi também entregue para ali ser venerada, onde ainda hoje se encontra.
  A conversão deste convento em lar para jovens com poucos recursos económicos foi feita a partir de 1918, com a denominação de “Oficinas de S. José". Por volta de 1920, já no Convento foram criadas escolas de tipografia e encadernação e mais tarde de alfaiataria, tecelagem, serralharia e para consumo interno uma pequena escola agrícola, acabando por mais tarde ser criada uma escola de música, donde derivou uma “banda” muito admirada ao tempo pelos Vimaranenses, pelo seu sugestivo hino e pelo fardamento dos alunos executantes.
  Entretanto a denominação “Oficinas” de lugar a Centro Juvenil de São José que na actualidade desenvolve relevante acção social, tendo como objectivo primeiro «a educação e preparação profissional de jovens com vista à sua plena integração social».


Fonte: http://www.noticiasdeguimaraes.com/guimaraes-patrimonio-conventual/